sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Carregador de energia solar para aparelhos eletrônicos


O Travel Pal carrega celulares, tablets e outros aparelhos eletrônicos com luz solar.

Carregadores que utilizam energia solar são ideais para economizar energia na hora de recarregar celulares e outros aparelhos eletrônicos e bons companheiros de quem está sempre em movimento.

Novo no mercado, o Travel Pal, da A-Solar, pesa apenas 90 gramas e custa €29. O carregador possuí uma bateria interna, que pode ser usada para armazenar energia para recarregar os aparelhos mais rápido ou para ser usado como lanterna. Segundo o fabricante, o aparelho pode demorar até 11 horas para recarregar um aparelho.

O Travel Pad está à venda no seu site oficial.


sexta-feira, 7 de outubro de 2011

55,8% do PET é reciclado no Brasil, diz Censo


A Abipet – Associação Brasileira da Indústria do PET divulgou hoje o 7º Censo da Reciclagem do PET no Brasil, que registra 262 mil toneladas recicladas em 2010, o que equivale a 7,6% a mais do que o ano anterior e corresponde a 55,8% do total de PETs consumidas no país. A necessidade de se ampliar a educação ambiental e os pontos de coleta, para atender as diretrizes da Política Nacional de Resíduos Sólidos, foram destacadas pela associação, no encontro.



No ano passado, foram recicladas 262 mil toneladas de PET, segundo dados do 7º Censo da Reciclagem do PET no Brasil, divulgado hoje pela Abipet - Associação Brasileira da Indústria do PET*. Esse número corresponde a 7,6% a mais do que o ano anterior e cobre 55,8% das unidades consumidas no país. Os resultados, entretanto, devem ser vistos com cautela, segundo análise da própria instituição. 

O gargalo a ser superado, nos próximos anos, diz respeito à indisponibilidade de mão-de-obra suficiente, à urgente implantação da coleta seletiva em todo o país e à disseminação da cultura da separação das embalagens na sociedade. A universalização é determinada pela PNRS - Política Nacional de Resíduos Sólidos até agosto de 2014. Hoje, apenas 17,8% dos municípios fazem coleta, de acordo com a PNSB - Pesquisa Nacional de Saneamento Básico 2008-2010, do IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.

O levantamento foi realizado com 409 empresas do setor, sendo a maior parte dos estados de:- São Paulo (178), - Santa Catarina (45), - Rio Grande do Sul (39) e - Rio de Janeiro (32). Segundo as organizações, o material reciclado é adquirido principalmente de catadores, que representam 47% do total dos fornecedores. A maior parte se transforma em produtos têxteis (38%); 19% em resinas insaturadas e alquídicas destinadas à base de tintas e para construção civil (revestimento de piscinas e banheiras, entre outras) e 17% em embalagens. 

Auri Marçon, presidente da Abipet, afirmou que uma das iniciativas da entidade é a do LevPET*, em vigor desde novembro passado. O projeto resultou em um levantamento de uma lista de locais onde as pessoas podem entregar PETs no país. São cooperativas, PEVs - Pontos de Entrega Voluntária e postos de coleta em ONGs - Organizações Não-Governamentais. 

Os dados são georreferenciados com o apoio da ferramenta do Google Maps. "Atualmente são mais de 2 mil pontos e funcionam como um alerta à sociedade, para poder participar". As informações são registradas no site do programa.




sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Dicas simples para tornar sua empresa mais sustentável


Se você pensa que investir em sustentabilidade é possível apenas para grandes empresas que tenham faturamento alto e folga no orçamento, pensou errado. “Esta é uma cultura que está mudando aos poucos”, diz Rogério Gurgel, gerente do Itaú Empresas e consultor do Extreme Makeover. Segundo ele, a resistência dos pequenos empresários em adotar ações de sustentabilidade é resultado da impressão errada de que se trata de um gasto e não de um investimento e de que a empresa, por ser pequena, não causa impactos relevantes.


Para as grandes empresas, de fato, as ações de sustentabilidade não podem mais ficar de fora. Não só porque já existem legislações nacionais e exigências internacionais que exigem uma prática sustentável das grandes empresas, mas também porque a própria sociedade começa a cobrar este tipo de atitude.

O Itaú, um dos parceiros do Extreme Makeover, foi um dos vencedores do Prêmio Época Empresa Verde 2011 graças ao conjunto de medidas que toma para amenizar seu impacto ambiental. Os cuidados vão desde a adaptação do isolamento térmico das janelas, para que seja usado menos ar condicionado, até o investimento em uma usina termoelétrica que gera energia a partir do lixo e é usada para abastecer a sede do banco, em São Paulo. O Itaú já foi eleito, inclusive, o Banco Mais Sustentável do Mundo, de acordo com um levantamento feito pelo Banco Mundial e o jornal britânico Financial Times.

Mas existe uma série de pequenas ações que qualquer empresa, independente do tamanho, pode implementar. “Empresas que adotam boas práticas de sustentabilidade estão um passo à frente quando surgem novas legislações”, pontua Gurgel, citando exemplos como a Lei dos Resíduos Sólidos, que foi promulgada no ano passado e começará a controlar as formas de descarte de lixo, e a proibição das sacolas plásticas, que passará a valer em São Paulo a partir de 2012 – e já vale em cidades como Belo Horizonte e Jundiaí.

Veja algumas dicas que podem ser adotadas na sua empresa:

Sacolas -  Para o consultor do Itaú, não é necessário esperar que a lei contra as sacolas plásticas passe a valer na sua cidade para deixar de usá-las. “Sacolas de papel ou de pano podem até ser usadas em ações de promoção da empresa”, afirma. Foi o que fez a loja de doces DeliCake, empresa participante da edição passada do Extreme Makeover: cada vez que o cliente trouxer de volta a sacola de papel que ganhou da loja recebe um desconto na compra de novos cupcakes.

Lixo – Lixo tóxico não é apenas aquele que sai das grandes indústrias, contaminado por produtos químicos nocivos. Há uma série de outros produtos que também merecem cuidados especiais na hora do descarte, como pilhas, baterias, computadores, peças eletrônicas e lâmpadas fluorescentes. “Para as baterias e lixos eletrônicos já existem vários locais de coleta em diversas cidades, como pontos das prefeituras e supermercados”, diz Gurgel. “Em casos como o das lâmpadas, que são feitas com mercúrio, é necessário contratar empresas especializadas que fazem o recolhimento e dão o destino correto”, completa.

Produtos - A sustentabilidade pode ser um grande diferencial para sua empresa. De preferência a produtos que poluam menos o meio ambiente e procure orientar seus clientes quanto ao descarte correto.

Fornecedores – Antes de contratar um fornecedor, verifique se ele não utiliza mão de obra ilegal, se sua propriedade não está irregular e se sua atividade não prejudica, de alguma forma, a sociedade ou o ambiente. “Existe um risco de imagem, pois sua empresa pode ser associada a fornecedores que não cumprem a legislação ambiental ou trabalhista”, afirma Gurgel.

Medidas básicas – Você deve praticar na empresa as mesmas ações que faz em em casa: separar o lixo reciclável, não deixar torneiras abertas, trocar as lâmpadas incandescentes pelas fluorescentes, que gastam bem menos energia. Quem ganha é a própria empresa: tanto a conta de água quanto à de luz ficarão mais baratas.

Fonte: Pequenas Empresas & Grandes Negocios

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Sustentável 2011 vai construir o documento que definirá as metas brasileiras para a sustentabilidade



O 4º Congresso Internacional sobre Desenvolvimento Sustentável (Sustentável 2011), aberto nesta terça-feira (27), no Rio de Janeiro, vai promover, entre outras iniciativas, a “tropicalização” do documento Visão 2050, lançado no ano passado pelo Conselho Empresarial Mundial para o Desenvolvimento Sustentável (WBCSD, sigla em inglês). O documento estabelece uma nova agenda para os negócios, que incorpora valores como a biodiversidade e o bem-estar das pessoas.

Durante o Sustentável 2011, a ideia é construir uma agenda brasileira para a sustentabilidade (Visão 2050 Brasil), que será levada à presidenta Dilma Rousseff. O documento será apresentado na Conferência das Nações Unidas sobre Sustentabilidade (Rio+20), em 2012, pelo Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS), promotor do congresso. A agenda Visão 2050 Brasil objetiva fazer com que o país atinja metas de desenvolvimento sustentável em um prazo de 40 anos.

O presidente executivo do CEBDS, Marcos Bicudo, ressaltou que as crises econômicas ficaram mais curtas e mais próximas, o que gerou a criação de um novo paradigma no mundo, chamado economia verde. Na opinião de Bicudo, para que o planeta não fique insustentável, as mudanças precisam ser feitas com senso de urgência.

O secretário geral assistente da Organização das Nações Unidas (ONU) e coordenador executivo para a Rio+20, Brice Lalonde, destacou a necessidade de serem encontradas lideranças brasileiras, aproveitando o momento histórico de mudança política em termos globais. Segundo ele, toda a sociedade deve se envolver na preocupação em relação ao futuro. “Não só o governo federal, mas os governos locais, as pessoas, as empresas”.

Um dos responsáveis pelo documento Visão 2050, Mohammad Zaidi, ex-presidente da Alcoa, disse que o Brasil pode exercer uma posição de liderança na construção de um mundo sustentável, em especial na questão de florestas e de energias renováveis. Disse que o cenário em que 9 bilhões de pessoas vivam bem em 2050 requer melhorias importantes e colaboração global dos governos, das empresas, da sociedade em geral. Ele manifestou-se otimista no sentido de que o mundo vai encontrar as soluções para que isso ocorra. “Os desafios que a sociedade encara vão ser solucionados com solidariedade e cooperação global”.

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Negócios para a Redução das Desigualdades Sociais




A Fundação Dom Cabral, cuja missão é contribuir para o desenvolvimento sustentável da sociedade por meio da educação, da capacitação e do desenvolvimento de executivos, empresários e gestores públicos, tem como um dos seus objetivos ser relevante para a sociedade.

Uma questão que assume importância crescente para a sociedade latino-americana, em particular a brasileira, é a redução das desigualdades sociais. Acreditamos que a educação e, consequentemente, o desenvolvimento de pessoas com ideias inovadoras, podem contribuir de forma significativa para o crescimento de negócios que atuam para garantir acesso à população de baixa renda a produtos e serviços relacionados a necessidades básicas, dando dignidade a pessoas que geralmente são marginalizadas.

É com esse olhar que a FDC está lançando um projeto de apoio a empreendedores que fazem da transformação social o seu principal negócio.
Na primeira etapa do projeto, que se inicia em 2012, o público-alvo são empreendedores de Belo Horizonte (MG) e região metropolitana. Posteriormente, o projeto será expandido para outros Estados do Brasil e países da América Latina.

A participação no projeto é gratuita e inclui também as despesas com alimentação (almoço). Caberá a cada empreendedor se responsabilizar pelas despesas de transporte e hospedagem, caso não resida em Belo Horizonte.

Todas as informações sobre as inscrições estão no site da FDC.

Fonte: FDC

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Dia Mundial Sem Carro



A história do Dia Mundial Sem Carro - DMSC começou na França, em 22 de setembro de 1997. Em 2000, a União Européia instituiu a Jornada Internacional "Na Cidade, sem meu Carro", reunindo 760 cidades. No ano seguinte foram 1683 cidades participantes. Encorajados pelo êxito da iniciativa do Dia Europeu sem Carro, a comissão organizadora lançou, em 2002, a Semana Européia da Mobilidade.

No país verde e amarelo a iniciativa começou em 2001, envolvendo 11 cidades: Porto Alegre, Caxias do Sul e Pelotas (RS); Piracicaba (SP); Vitória (ES); Belém (PA); Cuiabá (MT), Goiânia (GO);Belo Horizonte (MG); Joinville (SC); São Luís (MA). Em São Paulo, a iniciativa é realizada desde 2005.

A cada ano que passa, mais e mais pessoas, entidades da sociedade civil e governantes vêem no Dia Mundial Sem Carro uma oportunidade para sensibilizar e mobilizar a comunidade em torno das questões relacionadas a mobilidade urbana, como: saúde, qualidade de vida, poluição, orçamento, acidentes.

Em 2010, inspirados novamente pelas ações européias, idealizamos a realização de uma semana de ações de mobilização e conscientização sobre os impactos da falta de mobilidade. Esperamos que a iniciativa do Coletivo de Mobilização do DMSC da Cidade de São Paulo se espalhe como um virus por várias cidades deste país. A agenda proposta é que a semana comece no dia 16 de setembro e tenha um grande encerramento no dia 22 de setembro, o Dia Mundial Sem Carro.

Ajude a contruir essa história na sua cidade. Descubra uma cidade melhor!

Fonte: DMSC

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

10 dicas para uma viagem mais sustentável


Pequenos cuidados e planejamento garantem a sustentabilidade da viagem.



Com maiores facilidades para viagens e preços mais acessíveis, cada vez mais pessoas se tornam turistas. Ainda assim, o turismo é uma das ações mais poluentes do mundo, principalmente considerando as emissões de transporte. Por isso, confira dicas para ter uma viagem mais sustentável:

1. Use as mesmas roupas de cama e banho enquanto permanecer no hotel. Caso o próprio hotel não tenha um serviço para isso, avise na recepção que não quer que as peças seja trocadas.

2. Quanto viajar com mais pessoas, vá num carro só. Porém, quando a viagem será feita por apenas uma pessoa, considere outros meios de transporte, como ônibus ou trens.

3. Faça malas leves. Essa ação fará com que os veículos gastem menos combustível para percorrer o mesmo espaço.

4. Leve seus próprios produtos de higiene para os hotéis. Os produtos disponibilizados pelos estabelecimentos em pequenas quantidades consomem muita embalagem. Quando, porém, você utilizar esses produtos apenas parcialmente, leve o restante com você, já que eles serão jogados fora se permanecerem no hotel.

5. Cuide com o Ecoturismo. Apesar de ter esse nome, uma série de ações farão ele ser sustentável ou não. Por isso, cuide quando for fazer passeios em reservas: tente passar desapercebido, sem retirar ou deixar nada no local. É importante também não sair das trilhas organizadas, o que pode prejudicar o meio ambiente.

6. Opte por viajar nas baixas temporadas. Assim, além de a viagem ser mais barata, você evitará as grandes aglomerações de pessoas nos pontos turísticos, o que ajuda a diminuir a quantidade de congestionamento e, consequentemente, o consumo de combustíveis fósseis e a emissão de gases do efeito estufa.

7. Não esqueça de tirar os aparelhos da tomada da sua casa quando viajar. Aparelhos em stand-by também gastam energia.

8. Se tiver a assinatura de jornais ou revistas e for viajar por um tempo prolongado, suspenda a entrega do produto. Você provavelmente não irá ler todas as edições perdidas quando voltar de viagem e todo o papel será descartado. Outra opção é avisar um amigo ou vizinho, que pode recolher e ler o material.

9. Utilize meios de transporte coletivo, ande de bicicleta ou caminhe na cidade que você está visitando. Além de poder conhecer melhor o local, você poluí menos o meio ambiente.

10. Cuidado com seu lixo. Aprenda como o lixo é separado no local e descarte o material corretamente.

Para mais informações, confira o Passaporte Verde, documento feito pelo WWF para viagens mais sustentáveis.